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Pesquisa científica reforça os benefícios dos extratos da oliva para os ossos

Pesquisa científica reforça os benefícios dos extratos da oliva para os ossos.

 

Por Stephen Daniells, 14-Set-2010

Os benefícios potenciais provenientes dos polifenóis das folhas de

oliveira, em especial a oleuropeína, para saúde óssea estão relacionados

à sua capacidade de estimular as células responsáveis pela formação dos

ossos, diz um novo estudo que explica o modo de ação do composto.

 

 O estudo, foi publicado na revista médica osteoporose International,

(http://www.springerlink.com/content/?k=oleuropein). Os ingredientes utilizados

foram fornecidos pela Ghent, empresa baseada na Bélgica e são licenciados

para as pesquisas em função do alto teor de concentração de oleuropeína e

por serem orgânicos.

 

 O estudo demonstrou uma surpreendente relação entre os polifenóis

contidos nos extratos de oliva e a prevenção da osteoporose. “Os resultados

foram impressionantes e os estudos podem revelar descobertas ainda maiores

nos extratos de oliva” afirma Stephen Daniells.

 

 Acreditava-se que a oleuropeína poderia ser encontrada somente no azeite,

mas ela é exponencialmente mais abundante nas folhas da oliveira, como

existe certa dificuldade na Bélgica em se encontrar folhas de oliveira para

consumo, elas podem ser encontradas em alimentos preparados, mas

especificamente em suplementos encapsulados obrigatoriamente orgânicos,

pois a folhas em sua maioria quando não orgânicas, estão contaminadas com

agrotóxico ou sulfato de cobre.

 

  A osteoporose é caracterizada por baixa massa óssea, o que leva a um

aumento do risco de fraturas, especialmente nos quadris, coluna e pulsos.

 Estima-se que 75 milhões de pessoas sofrem com isso na Europa, Japão e

os Estados Unidos.

 

 As mulheres são quatro vezes mais propensas a probabilidade de

desenvolver osteoporose que os homens e os autores do estudo explicaram

que em pesquisas anteriores muitas publicações indicam que o diabetes esta

intimamente relacionado a onteoporose, pois diminui a formação óssea que

está associada com a maturação osteoblástica diminuindo a função das células

osteoblásticas.

 

 Segundo a Fundação Internacional de Osteoporose IOF

(http://www.iofbonehealth.org/) , o custo direto total de fraturas osteoporóticas

na Europa é de € 31.7bilhões de Euros , e a projeção de aumento destes casos

em 2050 será de € 76,7bilhões de Euros em 2050 !

 

 Portanto estimular a densidade óssea é de importância urgente para Europa

e todo o planeta, principalmente em casos de alto risco como as mulheres que

passarão pela pós-menopausa.

 

 A oleuropeína contida nos folhas de oliveira são atóxicas e convivem com o

ser humano desde tempos imemoráveis, o uso das folhas de oliveira poderiam

facilitar o ônus da osteoporose.

 

 A pesquisa foi aplaudida por Hans van der Saag, diretor da BioActor, que

disse: A Oleuropeína apresenta uma oportunidade única para melhorar a

funcionalidade da saúde óssea. Ela agora tem sido demonstrada como modo

de ação especifica para estimular a atividade e o número de células produtoras

de ossos ".

 

Estabelecer as bases

Dr. Veronique coxam, na unidade de Clermont Ferrand na França, INRA

(Institut National de la Recherche Agronomique), conduziu a evolução nas

estudos com a oleuropeína para a saúde óssea.

 

A partir do trabalho do Dr. Coxam foi constatado, por evidências

epidemiológicas demonstradas em pesquisas, que pessoas que consumiam

uma dieta mediterrânea tradicional eram menos propensos a ter osteoporose.

 

Seus primeiros trabalhos revelaram que tanto oleuropeína quanto o

hidroxitirosol tiveram um impacto excepcionalmente positivo sobre a

inflamação nos ossos. Estes resultados já foram confirmados em estudos com

animais (por exemplo, Nutrição Clínica, 2006, Vol. 25. pp. 859-868).

 

Outros estudos para um maior nível de desempenho visual.

 Em uma recente pesquisa científica mostra que um medicamento, o

FLORAGLO ® que em base é uma sintetisação de luteína e o medicamento

OPTISHARP ® sintetisação da zeaxantina pode ajudar a reduzir os efeitos de

brilho, melhorar a acuidade de contraste, diminuir dispersar neblina azul para

melhor visibilidade e filtro contra a luz azul nociva. (www.unlimitednutrition

na.dsm.com)

 

Nota à Em meus estudos sobre as folhas de oliveira, publiquei em meu livro

“Oliveira a Árvore da vida” os resultados da analise físico química das folhas

de oliveira, em que os índices de Luteina e Zeaxantina encontrados nas folhas

de oliveira de nosso cultivar, são excepcionais e ao mesmo tempo

quase que inacreditáveis, pois estas moléculas são metabólitos da vitamina A

do grupo Retinol animal e não carotenóides vegetais!(Cosmo F. Pacetta-

“oliveira a Árvore da vida” ISBN- 978-85-90717-80-5, pág. 147- 2007)

Outro novo estudo, realizado por cientistas da Universidade de Córdoba,

Espanha, demonstrou os efeitos de uma gama de concentrações oleuropeína

sobre a formação de osteoblastos, células-tronco da medula óssea humana.

 

 Os osteoblastos são células responsáveis pela formação óssea, enquanto os

osteoclastos são células que quebram o osso, levando à reabsorção e

enfraquecimento.

 

 Quando oleuropeína foi incluída nos meios de cultura, os pesquisadores

notaram um "aumento na diferenciação dos osteoblastos e uma diminuição na

diferenciação dos adipócitos".

 

 Aumento da expressão de determinados genes também foram observados

relacionados com a produção de osteoblastos.

"Nossos dados sugerem que oleuropeína, altamente abundante nas folhas da

oliveira, bem como em toda árvore, e mesmo que em menor quantidade no

óleo de oliva está incluída na dieta mediterrânica tradicional, poderia prevenir a

perda óssea relacionada a idade e a osteoporose", concluíram os

investigadores.

 

Fonte: International Osteoporosis

Publicado em linha antes da impressão, doi: 10.1007/s00198-010-1270-x

"Oleuropeina osteoblastogênese melhora e inibe adipogênese: o efeito sobre a

diferenciação de células-tronco derivadas da medula óssea".

Autores: R. Santiago-Mora, A. Diaz-Casado, MD De Castro Quesada e JMGomez

 

Science strengthens for olive extract’s bone benefits

By Stephen Daniells, 14-Sep-2010

Related topics: Research, Antioxidants, carotenoids, Phytochemicals, plant

extracts, Bone & joint health

The potential bone health benefits of the olive polyphenol, oleuropein, are

related to its ability to stimulate cells responsible for bone formation, says

a new study that explains the mode of action of the compound.

The study, published in Osteoporosis International, used BioActor’s BonOlive

ingredient. The Ghent, Belgium-based company are licensees of the worldwide

rights to patents on using olive polyphenols for osteoporosis prevention in food,

supplements and herbal medicines.

 

Osteoporosis is characterised by low bone mass, which leads to an increase

risk of fractures, especially the hips, spine and wrists. An estimated 75 million

people suffer from it in Europe, the US and Japan.

Women are four times more likely to develop osteoporosis than men and the

authors of this study explained that previous research indicates that diabetes decreases bone turnover that is associated with impaired osteoblastic

maturation and function.

 

According to the International Osteoporosis Foundation, the total direct cost of

osteoporotic fractures in Europe is €31.7bn, and this is expected to increase to

€76.7 billion in 2050, so boosting bone density in high-risk and postmenopausal

women could ease the burden of osteoporosis.

 

The research was welcomed by Hans van der Saag, managing director of

BioActor, who said: “BonOlive presents a unique opportunity to expand the

functionality of bone health products. It now has been shown that it has a

unique mode of action by specifically stimulating the number of and activity of

bone producing cells.”

 

Laying the foundations

Dr Veronique Coxam at the Clermont Ferrand unit of France's INRA (Institut

National de la Recherche Agronomique) has led developments of oleuropein for

bone health (BioActor licence INRA’s patents). Dr Coxam’s work was inspired

by epidemiological evidence showing that people who ate a traditional

Mediterranean diet were less likely to have osteoporosis.

 

Their early work revealed that both oleuropein and hydroxytyrosol had an

impact on inflammation in bones. These findings have since been confirmed in

animal studies (for example, Clinical Nutrition, 2006, Vol. 25, pp. 859-868).

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  The new study, performed by scientists at the University of Cordoba, Spain,

studied the effects of a range of oleuropein concentrations on the formation of

osteoblasts in stems cells from human bone marrow. Osteoblasts are cells

responsible for bone formation, while osteoclasts are cells which break down

bone, leading to resorption and weakening.

  When oleuropein in the culture media was included in the culture media, the

researchers noted an “increase in osteoblast differentiation and a decrease in

adipocyte differentiation”.

Increases in the expression of certain genes were also observed related to

production of osteoblasts.

“Our data suggest that oleuropein, highly abundant in olive tree products

included in the traditional Mediterranean diet, could prevent age-related bone

loss and osteoporosis,” concluded the researchers.

 

Availability

   Van der Saag confirmed that the olive leaf extract is available as a powder

and can be used in supplements and some functional foods, depending on the

food matrix (olive leaf extracts have an inherent bitter taste).

  The ingredient is available globally, with strong sales in Asia and South

America, he said. Dietary supplements for the US market are expected to

launch “early next year”, he added. Despite “interest from fairly big food

companies” the company will focus initially on supplements in the US, added

van der Saag.

Source: Osteoporosis International

Published online ahead of print, doi: 10.1007/s00198-010-1270-x

“Oleuropein enhances osteoblastogenesis and inhibits adipogenesis: the effect

on differentiation in stem cells derived from bone marrow”

Authors: R. Santiago-Mora, A. Casado-Diaz, M. D. De Castro and

J. M. Quesada-Gomez.